Lápis, um instrumento indispensável

cdcef36877e2040467546d9f5d950106Simples e prático, o lápis percorreu uma história tão longa quanto a do homem até se tornar um objeto essencial na nossa vida. Na pré-história, os artefatos pontiagudos usados para fazer as pinturas rupestres nas paredes das cavernas podem ser considerados os primeiros lápis. Na antiguidade, gregos e romanos escreviam com pequenas barras de chumbo de forma cilíndrica.

Lápis mais parecidos com o que usamos hoje surgiram somente no século 12, na Europa. Eram feitos a partir da mistura de estanho e chumbo. Mas foi a descoberta de uma mina de grafite em Cumberland, na Inglaterra, no século 16, que mudou a história. Depois disso, dois químicos fizeram importantes contribuições para o lápis. Carl Wilhelm Scheele provou que o minério escuro descoberto na Inglaterra não era chumbo. Levou dois séculos para que isso acontecesse, mas essa afirmação impulsionou o uso do lápis como instrumentos de escrita.

Em 1795, o químico francês Nicolas-Jacques Conté misturou argila ao pó do grafite, moldou bastões cilíndricos e os queimou no forno em alta temperatura. Além de ser um processo mais econômico, esse sistema permitiu o desenvolvimento de lápis com diferentes graus de dureza e, consequentemente, cor do traço.

O mundo mudou muito desde então. Computadores, tablets, iphones e outros objetos passaram a fazer parte do nosso cotidiano. Eles substituíram antigos instrumentos, como as máquinas de escrever, e serão trocados por outros, mais modernos e funcionais.

O lápis não perderá seu lugar nunca. Até a pessoa mais conectada e bem equipada precisa dele para anotar rapidamente um número de telefone, registrar uma ideia quando ela surge na mente ou simplesmente rabiscar distraidamente enquanto conversa ao telefone. Essa é a nossa homenagem a esse incrível instrumento que dá forma a pensamentos, sentimentos e ideias.

Foto: Labra

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